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DBS para Parkinson (estimulação cerebral profunda)

Para pessoas com Parkinson e familiares que querem entender a estimulação cerebral profunda, conhecida pela sigla em inglês DBS. Consulta presencial em Ipanema e na Tijuca.

  • Dr. Felipe Carvalho
  • CRM RJ 807931
  • RQE 18776
Dr. Felipe Carvalho de braços cruzados em frente a uma estante de livros
Cérebro e Parkinson

O que é

A DBS, sigla em inglês para estimulação cerebral profunda, é um tratamento cirúrgico para alguns sintomas da doença de Parkinson. Eletrodos muito finos são implantados em pontos específicos do cérebro e ligados a um pequeno aparelho, parecido com um marca-passo, colocado sob a pele, abaixo da clavícula.

Esse aparelho envia estímulos elétricos contínuos que ajudam a regular os circuitos do cérebro ligados ao movimento. A intensidade é ajustada depois da cirurgia, por programação, sem necessidade de nova operação.

A DBS não interrompe a evolução do Parkinson, mas pode ajudar a controlar sintomas como tremor, rigidez, lentidão e as oscilações do efeito dos remédios ao longo do dia. Em muitos casos, permite reduzir a dose dos medicamentos. Saiba mais em o que é a DBS e quem pode ser candidato.

Indicação

Para quem é indicado

  • Pessoas com doença de Parkinson há alguns anos, que respondiam bem à levodopa e passaram a ter oscilações ao longo do dia, com períodos bons e ruins.
  • Movimentos involuntários causados pelos remédios (discinesias) que atrapalham a rotina.
  • Tremor que não é controlado com medicação.
  • Pessoas sem demência e sem problemas psiquiátricos graves sem controle, avaliadas por uma equipe.

A indicação é sempre individual, após consulta.

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Procedimento e recuperação

O que esperar

Antes da cirurgia, a pessoa passa por avaliação com o neurologista, exames de imagem e, em geral, testes de memória e de humor. A cirurgia é feita em hospital e tem duas partes: o implante dos eletrodos no cérebro e a colocação do gerador, um aparelho pequeno, sob a pele do peito.

Depois de algumas semanas, o aparelho é ligado e programado. Os ajustes são feitos aos poucos, em consultas, junto com a adaptação dos remédios. A resposta varia de pessoa para pessoa.

Os riscos incluem sangramento no cérebro, infecção, problemas no aparelho ou nos fios e efeitos da estimulação, como alterações na fala ou no humor, que muitas vezes podem ser corrigidos na programação. A bateria precisa ser trocada depois de alguns anos ou recarregada, conforme o modelo.

Passo a passo

Como funciona

  1. Consulta

    Avaliação presencial com o Dr. Felipe Carvalho, em Ipanema ou na Tijuca.

  2. Exames

    Análise dos exames que você já tem e, quando necessário, pedido de exames complementares.

  3. Decisão conjunta

    Explicação das opções, com riscos e alternativas, para decidir junto com você.

  4. Procedimento

    Quando houver indicação, o procedimento é agendado e explicado antes, etapa por etapa.

  5. Acompanhamento

    Seguimento do seu caso no consultório depois do procedimento.

Dr. Felipe Carvalho

Formação ligada a este atendimento

Residência em Neurocirurgia na UFRJ

Graduação em Medicina e residência em Neurocirurgia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, concluída em 2012.

Fellow no Toronto Western Hospital

Um ano de fellow no Toronto Western Hospital, no Canadá, após a residência.

Professor adjunto na UERJ

Professor adjunto na UERJ, com atuação no Hospital Universitário Pedro Ernesto.

Conhecer a trajetória do Dr. Felipe

Ética e transparência

Riscos e alternativas

O tratamento principal do Parkinson continua sendo com remédios, com acompanhamento do neurologista, junto com fisioterapia, fonoaudiologia e atividade física. A DBS é considerada quando os remédios já não controlam bem os sintomas ou causam efeitos que atrapalham a vida.

Em alguns casos existem outras opções, como bombas que aplicam o remédio de forma contínua. A indicação da DBS é feita em conjunto com o neurologista, depois de uma avaliação detalhada.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre dbs para parkinson

Falar com a secretaria
Quem pode ser candidato à DBS?

Em geral, pessoas com Parkinson que tiveram boa resposta à levodopa, mas que agora têm oscilações ao longo do dia, movimentos involuntários pelos remédios ou tremor difícil de controlar. A avaliação inclui neurologista, exames de imagem e testes de memória e humor.

A DBS interrompe a doença de Parkinson?

Não. A DBS ajuda a controlar alguns sintomas do movimento, mas não interrompe a evolução da doença. O acompanhamento com o neurologista continua.

Quais profissionais participam do tratamento?

O neurologista que acompanha o Parkinson, o neurocirurgião e, em geral, profissionais como neuropsicólogo e fisioterapeuta. A programação do aparelho é feita em consultas depois da cirurgia.

A DBS tem cobertura pelo convênio?

Depende do plano e da modalidade do seu contrato. Antes de agendar, consulte o seu plano sobre cobertura e reembolso. São atendidos os planos Bradesco e Omint, e também há atendimento particular.

Em qual hospital a cirurgia é feita?

A cirurgia é feita em hospital. O local é definido na consulta, de acordo com o seu caso e com o seu plano de saúde, quando houver.

A consulta é presencial?

Sim. A consulta é presencial, em um dos consultórios do Dr. Felipe Carvalho: Ipanema ou Tijuca.

Como agendar a consulta?

Pelo WhatsApp da unidade escolhida. A secretaria confirma o dia e o horário.

Onde atende

Consultórios e convênios

Avaliações de pacientes

5,0 ★★★★★

103 avaliações no Doctoralia

Fonte: Doctoralia, atualizado em 16/10/2026.

  • “Excelente esclarecimento na consulta e ótimo atendimento.”

    Alex S. · 01/09/2026 · opinião verificada no Doctoralia

  • “Médico atencioso, deu todas as explicações sobre o meu problema.”

    M. · 04/08/2026 · opinião verificada no Doctoralia

Convênios

Convênios e particular

Planos atendidos: Bradesco e Omint. Cada plano tem uma modalidade de cobertura e reembolso: confirme com o seu plano antes da consulta.

Também há atendimento particular.

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Dr. Felipe Carvalho, neurocirurgião · CRM RJ 807931 · RQE 18776. Conteúdo informativo, não substitui consulta médica. Os resultados variam de paciente para paciente. Publicidade médica conforme a Resolução CFM nº 2.336/2023.

Conteúdo revisado por: Dr. Felipe Carvalho · Data da revisão: 16/10/2026

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